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Espanha


Com verve multicultural, representada pela cultura dos bascos, catalães e galegos – que possuem idioma próprio, além do oficial espanhol – é um país com paisagens belíssimas, cidades modernas, gastronomia rica e povo hospitaleiro. Flamenco, touradas, buscas espirituais e tapas - petiscos, em espanhol. Essas e muitas outras características compõem o mosaico de atrações da Espanha, um dos países mais apaixonantes da Europa. 

A capital é Madri, centro da moda européia, e berço de um dos mais importantes museus do mundo: o do Prado, que reúne obras de artistas como Velázquez, El Greco, Goya e Tiziano. Barcelona, cidade do maravilhoso arquiteto Antonio Gaudí – criador de obras-primas como La Pedrera, a igreja da Sagrada Família e o Parc Güell, considerado patrimônio histórico da humanidade – é uma cidade que encanta os turistas por sua animação e sensualidade. 

Cheia de atrações e beleza, a região da Andaluzia é considerada o berço do Flamenco. As cidades de Córdoba, Granada, Sevilha e Cádiz não podem ficar de fora de nenhum roteiro. Quem quiser conhecer um dos prédios mais falados nos últimos anos, deve ir até Bilbao, onde está localizado o museu Guggenheim.

Se o desejo for conhecer pessoalmente um pouco da história por detrás de grandes obras da literatura, deve-se ir até a região de La Mancha para ver de perto El Toboso e Campo de Criptana, cidades que inspiraram Miguel de Cervantes a criar o cavaleiro Don Quixote. 

Para quem busca redenção espiritual, a Espanha oferece o caminho de Santiago de Compostela, conhecido mundialmente como percurso de paz e de encontro espiritual para aqueles que o seguem. A gastronomia espanhola é hoje uma das mais conhecidas no mundo, com grandes chefs e um desafio para os sentidos. 

É a partir do mês de abril que o tempo começa a esquentar. Mas é de julho a outubro que o verão é mais intenso e acontecem as festas mais tradicionais, os melhores espetáculos de Flamenco e as mais vibrantes touradas.


 

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Foi, Falou e Disse...

Luciano Riquet


Decidi fazer o curso porque vi nele a oportunidade de unir o útil ao agradável, ou seja, aprimorar o domínio da língua inglesa e fazer um pouco de turismo, a um preço razoável.

O que me motivou [a estudar Inglês na Nova Zelândia] foi o desejo de conhecer aquele país. É fantástico. As belezas naturais se espalham pelo país e constituem uma imensa atração turística. Os neo-zelandeses são um povo simples e agradável de lidar, quando se tem a oportunidade de interagir com eles. Christchurch é uma cidade pacata, limpa, ordeira onde você vai encontrar tudo o que necessita para ter uma excelente qualidade de vida.

Considerei os professores de primeira linha. Bem preparados para conduzir o aluno ao longo do processo de aprendizagem. São muito solícitos e prontos a ajudar os alunos. O material didático também é bom.

Os aspectos mais positivos da viagem foram o atendimento prestado pelos professores e funcionários administrativos (staff) do colégio; a estadia em casa de habitante local (homestay) porque é um fator de força no processo de aprendizagem; a facilidade que se tem para fazer turismo interno por conta própria; e as atividades complementares proporcionadas pelo Christchurch College of English Language (CCEL).

Sem dúvida [estudar o idioma no país onde ele é falado] é a melhor maneira de aprender, porque você tem que recorrer àquela língua para se comunicar. Evite contatos com pessoas que falam a sua língua. É extremamente positivo o contato com pessoas de outras nacionalidades porque se aprende um pouco de cada cultura e isso, nesse mundo globalizado de hoje é muito importante.

Fui à China antes e depois do curso, fiz turismo interno em South Island e também fui a Cingapura.

Considero que inglês é obrigatório e o domínio de uma terceira língua (além da sua própria) é o verdadeiro diferencial. Mas o inglês é básico! Acredito que ajudará bastante.

Coisas de meu próprio país e falar o máximo de Inglês possível! Até porque, quem não quer voltar para casa com um sotaque diferente?